WSS

Página Inicial > Notícias > Análise do mercado e cota da WSS em setembro: Rentabilidade de 1,26%

Notícias

Análise do mercado e cota da WSS em setembro: Rentabilidade de 1,26%

Brasil: O mês de setembro teve como destaque a nova mínima histórica na taxa básica de juros brasileira (Selic), acompanhando a tendência de queda dos juros globais. Entre as projeções de mercado, houve estabilidade no crescimento esperado do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro: 0,87% para 2019.

Dados de agosto mostraram que a produção industrial avançou 0,80% frente a julho. Quando comparado com o mesmo período do ano anterior, houve contração de 2,3% na atividade industrial. Entre os empresários, apesar situação corrente dos negócios ainda baixa, há estabilidade no otimismo para o ritmo de atividade nos quatro principais setores (indústria, serviços, comércio e construção) para os próximos meses.

O texto-base da reforma da previdência foi aprovado pelo 1º turno de votação Senado no início de outubro. Apesar de ampla margem favorável na votação, houve rejeição de pontos específicos que reduziram a economia estimada para a União em R$ 76,0 bilhões para os próximos dez anos. O saldo estimado atualizado da economia é de R$ 800 bilhões.

Com a inflação ancorada abaixo da meta de 4,25% ao ano, estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), o Copom (Comitê de Política Monetária) realizou novo corte na meta da taxa básica de juros, reduzindo para 5,50% ao ano, na reunião realizada em setembro. Além da inflação baixa, estimada em 3,43% para 2019, os juros globais em baixa contribuíram para que o Copom pudesse prosseguir com sua Política Monetária Expansionista¹. A expectativa é de que o Copom realize novos cortes ainda em 2019.

Os ativos financeiros apresentaram o seguinte comportamento em setembro:

  1. A rentabilidade dos títulos públicos federais, medida pelo IMA-B (principal índice de referência dos títulos públicos brasileiro), foi de 2,86%;
  2. O IBOVESPA, índice que mede o desempenho da bolsa de valores brasileira, fechou o mês em alta de 3,57%;
  3. O CDI, principal referência para os ativos de renda fixa, trouxe retorno de 0,46%;
  4. A caderneta de poupança rendeu novamente 0,34%;
  5. O dólar teve alta de 0,63% frente ao real.

Mundo: No cenário externo, a guerra comercial entre China e Estados Unidos voltou a ter o seu momento de trégua, com sinalizações mais brandas de ambas as partes. No entanto, a incerteza quanto ao rumo e seus efeitos seguem pressionando o ritmo de crescimento econômico global para baixo.

Nos Estados Unidos, o Fed (Banco Central dos Estados Unidos) reduziu as taxas de juros do país em 0,25%, atingindo o intervalo de 1,75% e 2% ao ano. Apesar da economia americana continuar em crescimento moderado, dados mais recentes da atividade interna preocupam os analistas que temem o início de um ciclo recessivo, podendo contagiar a economia global. Os efeitos da redução dos juros da principal economia mundial favorecem todos os demais países e especialmente os emergentes.

Ainda nos Estados Unidos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofre com a abertura de um inquérito para o seu impeachment. A acusação é de que Trump teria abusado do poder pedindo, por telefone, ao presidente da Ucrania para investigar Joe Biden e o filho dele em troca de suposto favorecimentos ao país. O filho de Biden possui relação com uma empresa de energia suspeita de corrupção na Ucrania. Joe Biden foi vice-presidente dos Estados Unidos de 2009 a 2017, e é o principal adversário político de Donald Trump. Apesar de possivelmente aumentar a volatilidade dos mercados internacionais, a probabilidade de impeachment do atual presidente americano é baixa pois depende de aprovação no Senado, onde o partido republicano (partido de Trump) é maioria.

Na zona do euro, o BCE (Banco Central Europeu) reduziu as taxas de juros que já eram negativas, atingindo o patamar de – 0,50% ao ano.  A medida tenta reduzir os efeitos do possível início de um ciclo de recessão mundial, que prejudicaria ainda mais a atividade econômica do bloco.

Na China também houve corte de juros em setembro, porém de menor intensidade. O Banco Central da China passou a taxa de juros de 4,25% para 4,20% ao ano. Para as autoridades chinesas, a intenção é reduzir os custos dos empréstimos e estimular a economia do país, freando os efeitos da guerra comercial com os Estados Unidos.

As bolsas internacionais enceraram setembro com o seguinte desempenho: O S&P500 (Índice que mede o desempenho de 500 empresas norte-americanas) fechou o mês em alta de 1,72%. O Euro Stoxx 600 (Índice composto por 600 empresas de destaque da Zona do Euro) teve alta de 3,60% no mês. Entre os emergentes, o MSCI Emerging Markets (Índice de referência composto por ações dos principais países emergentes) fechou o mês com alta de 1,69%.

WSS: Em setembro a rentabilidade da WSS foi de + 1,26%. No acumulado de 2019, os investimentos da WSS contabilizam retorno de + 10,29%, equivalente a 221% do CDI.

¹ Política Monetária Expansionista é o conjunto de ações que têm o objetivo aumentar a liquidez de moeda na economia e reduzir os juros. A principal meta é estimular o consumo e a retomada da economia.
Obs: Cota WSS de setembro prévia, sujeita a ajustes.
Atenção: Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura.